Adeus

Estamos apenas vivendo no automático, ou estamos de fato vivendo? Confesso que estou no automático tem um tempo... ele tem me ajudado a lidar com a ausência de coisas que nunca foram minhas, mas que meu coração insistiu em achar que era.
Hoje uma certa música tocou na playslist. Eu excluí todas aquelas que me faziam lembrar dele, principalmente as que ele dizia que se lembrava de mim. Os cantores e as bandas que eu mais gostava foram esquecidos no App de música. Nunca mais ouvi. 
Sei que ele arrebentou (literalmente) algumas coisas que o fazia lembrar de mim. Talvez não pela lembrança lhe causar dor, mas para finalmente cortar o vínculo que me mantinha sempre junto da sua pele (adeus olho-de-tigre).

Não sei, mas a tal da música (talvez a mais marcante de todas)... não sei porque ela ficou. De qualquer forma, gostei de ouvir. Meu coração ficou quentinho.
São lembranças gostosas que não mais dilaceram meu peito. As lembranças de você não doem mais.

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