Ciclo
Voltei a respirar!
Ele me sufocava mesmo sem estar presente. Me enchia de esperanças e no instante seguinte me jogava um balde de agua fria.
Eu meio que acostumei com isso.
A gente acostuma até com as porradas... ele não tem ideia do mal que me causa (acho que tem). Por isso, ele mesmo me deixou ir.
Praticamente me expulsou.
No começo eu não quis, insisti pela milésima vez.
Aí fui cansando... todo mundo cansa uma hora ne?
Assim como ele já havia se cansado de mim há tempos.
Então eu fui... um pouco contrariada, esperando o mínimo sinal pra voltar correndo. O sinal não veio.
Abaixei a cabeça e fui.
Foi aí que eu me lembrei de que eu não merecia me sentir assim. Se ele nao da á a mínima então eu também não vou dar.
Ergui minha cabeça e fui.
E assim tenho ido.
Mas se quiser saber de mim o tempo por aqui ta tá meio apressado.
Eu tenho dançado tanto, conversado tanto e conhecendo por ai.
É tanta gente engraçada... e se o amor me laça nem o sol vai saber de mim.
E os meus dias vão virar amor.
E saudade nunca vai rimar com dor.
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